HistÓrias de vida e narrativas contemporÂneas sobre orquestras. Explore o papel social e cultural das orquestras brasileiras no século XXI. Narrativas de músicos revelam suas histórias de vida e a relevância da música de concerto e do patrimônio cultural.
Este artigo tem como objetivo ampliar as discussões sobre significados, representações e papeis sociais das orquestras brasileiras e da música de concerto na atualidade, a partir de um estudo no campo do Patrimônio Cultural e Sociedade, tematizando as orquestras como instâncias de memórias e o seu papel no âmbito do Patrimônio Cultural. O foco do estudo é a percepção dos músicos sobre o seu fazer musical e sobre a relevância social e cultural de orquestras sediadas em diferentes regiões do Brasil. A História Oral foi utilizada como suporte metodológico e foi realizado um vídeo documentário digital. As orquestras são focadas pelo poder de articulação cultural como espaços identitários, educativos, políticos, de trabalho, de produção artística, de formação e de socialização. Elas despontam no século XXI, renovadas em termos de estruturas e de posturas. Diante de seu caráter aparentemente transitório, propomos trazer para a discussão as narrativas dos músicos, suas histórias de vida, suas perspectivas em relação aos grupos e suas formas de descrever as vivências musicais.
Este artigo propõe uma análise aprofundada das orquestras brasileiras e da música de concerto, buscando expandir as discussões sobre seus significados, representações e papéis sociais na contemporaneidade. Inserido no campo do Patrimônio Cultural e Sociedade, o estudo posiciona as orquestras como instâncias de memória e elementos cruciais para o patrimônio cultural nacional. A pesquisa se concentra nas percepções dos próprios músicos, investigando a relevância social e cultural de orquestras situadas em diversas regiões do Brasil, oferecendo uma perspectiva valiosa sobre o fazer musical e seu impacto. Metodologicamente, o trabalho emprega a História Oral, complementada pela produção de um vídeo documentário digital, o que sugere uma abordagem rica e multifacetada para capturar as experiências dos entrevistados. O artigo argumenta que as orquestras possuem um poder significativo de articulação cultural, atuando como espaços identitários, educativos, políticos, de trabalho, de produção artística, de formação e de socialização. Ao focar nas orquestras do século XXI, o estudo destaca sua renovação em termos de estruturas e posturas, propondo uma discussão essencial sobre suas narrativas, histórias de vida e perspectivas, especialmente diante de seu caráter aparentemente transitório no cenário cultural. A escolha de dar voz aos músicos e suas vivências musicais é um ponto forte notável, pois oferece uma camada de profundidade e autenticidade que muitas vezes é negligenciada em estudos institucionais. Ao contextualizar as orquestras como elementos dinâmicos e adaptáveis no século XXI, o artigo promete contribuir significativamente para a compreensão do papel das artes performáticas no Brasil, tanto em termos de patrimônio quanto de identidade social. A combinação de uma sólida base teórica com uma metodologia qualitativa inovadora tem o potencial de iluminar as complexas interações entre cultura, sociedade e a prática musical orquestral.
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